
Os príons degradam o tecido nervoso, uma condição irreversível e sem cura atualmente. “É claro que seria necessário programar os príons para que atacassem somente o lobo frontal do cérebro, o que não seria fácil”, diz Schlozman. Um especialista em infecções, o médico Jay Fishman, diretor do hospital geral de Massachusetts, sugere que os príons já programados sejam adicionados a vírus como o que causa a encefalite, ou o da herpes, que se espalha facilmente e poderia gerar uma “pandemia zumbi”. Também pensou-se em utilizar o vírus do Nilo Ocidental, que é transmitido pela picada de um mosquito, mas o próprio Jay Fishman afirmou que adicionar um vírus de um príon “faz parte de um cenário bastante improvável”.